Exercício Físico | Imunidade | Vacinas


Estilo de Vida Fisicamente Ativo?


Uma das questões muito importantes que preocupa os profissionais de Educação Física e/ou de Exercício Físico e Saúde relaciona-se com o bem-estar e qualidade de vida das populações em geral e com a educação para a saúde em meio escolar . É por este motivo que desenvolvem inúmeros esforços no sentido de promover hábitos de vida saudáveis associados a estilos de vida fisicamente ativos.

Bibliografia:

  • Livro Verde da Aptidão Física – PDF.
  • Livro Verde da Atividade Física – PDF.
  • PNAF – PDF.
  • Livro Branco Sobre o Desporto – PDF.

EXERCÍCIO FÍSICO E IMUNIDADE

Baixa imunidade: existem vários fatores que promovem uma depressão no sistema imunitário:
  1. Stresse prolongado (Carga Alostática) – Hipoadrénia.
  2. Falta de repouso (higiene do sono).
  3. Dieta rica em açucares.
  4. Cereais processados e açucarados.
  5. Aditivos, conservantes e corantes.
  6. Falta de Exercício Físico (Sedentarismo).
  7. Ausência de cuidados de higiene.
  8. Agricultura e Pesticidas.
  9. Organismos Geneticamente Modificados (OGM-Transgénicos).
  10. Exposição a campos eletromagnéticos (telecomunicações e cabos de alta-tensão).
  11. Outros fatores de risco.
Prática Regular de Exercício Físico

O principal objetivo de um programa global de melhoria da condição física passa por dotar um indivíduo (seja adulto ou criança em idade escolar), dos mecanismos adaptativos necessários à resposta adequada aos agentes que possam pôr em risco ou perigrar a saúde. No caso da escola, um professor de Educação Física promove a Literacia do Exercício Físico e Saúde.

  • Literacia da Saúde: é a capacidade crítica e consciente de tomar decisões em benefício da nossa saúde, bem-estar, qualidade-de-vida e realização pessoal.
  • Literacia do Exercício: é a capacidade de nos movimentarmos com competência, eficácia, confiança, agilidade e ou expressividade num variado conjunto de atividades físicas, expressivas e/ou desportivas.

Os desvios funcionais do Sistema Imunitário (SI) podem conduzir a doença, por:

  1. Deficiência (deficiências imunitárias, infecções, tumores.
  2. Excesso (doenças de hipersensibilidade).
  3. Desvio (doenças auto-imunitárias).

Dos vários fatores que podem intervir no equilíbrio das funções imunitárias destacamos o esforço físico, seja ele moderado ou intenso. Quais são então os efeitos do exercício físico no sistema imunitário?

Está hoje solidamente demonstrado que o esforço físico interfere nos parâmetros e funções imunológicas, quer por estudos laboratoriais, quer epidemiológicos. O exercício, particularmente com esforço ligeiro ou moderado, é benéfico às funções imunitárias (aumento do número de linfócitos NK – Natural Killer), enquanto que o exercício intenso (treino, competição), é prejudicial conduzindo a imunodepressão. A diminuição da imunocompetência não é específica de um tipo particular de exercício físico, tendo sido referida em corredores, esquiadores, nadadores, dançarinos de ballet, e outras atividades que têm de comum serem esforços físicos intensos e prolongados.


STRESS E VULNERABILIDADE IMUNITÁRIA

Neste momento, a problemática das vacinas está ao rubro em Portugal e o assunto deve ser debatido com respeito pelas várias opiniões, devendo ser colocadas na mesa todas as alternativas possíveis à vacinação.

Todos nós queremos uma pílula ou elixir mágico que nos proteja instantaneamente e para toda a vida das doenças infecciosas. Quando nos vacinamos, facilmente esquecemos de cultivar e investir num conjunto de hábitos e comportamentos saudáveis. Queremos que as vacinas resolvam os excessos e os problemas causados por uma cultura tóxica que nos agride a todos os níveis e deprime de forma irremediável a nossa imunidade.

AMBIENTE ESCOLAR:

No caso da escola, privamos as crianças de tempo para brincar, ficando expostas desde idades precoces a elevados níveis de stress através de uma cultura escolar dos testes normalizados e da competição com consequências para a sua saúde, equilíbrio mental e emocional. Proponho o projeto “Escola Sem Stress”: PDF.

AMBIENTE SOCIAL:

Em termos sociais, Portugal é dos Países com maiores desigualdades sociais e segundo a apresentação de Richard Wilkinson and Kate Picket, estas estão altamente correlacionadas com problemas sociais e de saúde. Ou seja, se queremos resolver problemas de imunidade devemos investir na igualdade social em vez desta cultura sócio-económica promotora da doença que sitia as famílias financeiramente e as deprime pela exposição ao stress prolongado. Quando um agente agressor (stressor) atua, desencadeia uma reação psicofísica complexa, onde estão sempre envolvidos o Sistema Nervoso Central, o Sistema Endócrino e o Sistema Imunitário. Sabemos hoje que o efeito do stress na resposta imunitária depende da natureza e intensidade do estímulo e das características biológicas e sociais do organismo. Um stressor pode induzir stress agudo ou crónico com consequência imunológicas diferentes. O stress repetido diminui a imunidade humoral (por anticorpos) e celular (por células citotóxicas) aumentando a vulnerabilidade a infeções.

Em países onde as desigualdades sociais são muito acentuadas, como em Portugal, verifica-se uma forte correlação com problemas de saúde.


VACINAS

Comissão Europeia e OMS reiteram que vacinação é segura para prevenir doenças. (24 de Abril de 2017, 13:11). O comissário europeu para a Saúde, Vytenis Andriukaitis, reiterou esta segunda-feira que as vacinas são uma das vias mais seguras para prevenir doenças e que a descrença na imunização é “uma ameaça que não pode ser ignorada”. A declaração, assinada conjuntamente com a directora para a Europa da Organização Mundial de Saúde (OMS), Zsuzsanna Jakab, sublinha que “os mitos antivacinação e a falta de conhecimento podem levar as pessoas a recusar as vacinas, o que, por sua vez, pode abrir a porta a surtos de doenças”, sustentando que “a diminuição da confiança pública na imunização é uma ameaça séria que não pode ser ignorada“. Um dos exemplos apresentados é o do sarampo, que matou cerca de 2,6 milhões de pessoas por ano até à larga difusão da vacinação, em 1980.

  • DGS: a saúde dos portugueses. Perspetiva 2015: PDF

SERÃO TODAS AS VACINAS SEGURAS?

Eu não sou um descrente relativamente à IMUNIZAÇÃO, porém existe uma diferença grande entre imunização e vacinação. A opção de vacinar ou não vacinar nada tem a ver com crenças pessoais ou falta de conhecimento, mas com factos científicos. A Imunidade  enquanto resistência ou proteção contra doenças e infecções, que podem atacar o organismo, é extremamente importante porém, existem outras estratégias muito eficazes para se assegurar a imunização.  A Drª  Suzanne Humphries, médica nefrologista, autora do livro Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and the Forgotten History, tem dedicado a última parte de sua carreira médica a expor a verdade das vacinas e o que defende contradiz as afirmações de Vytenis Andriukaitis e expõe os mitos da vacinação. Na verdade, a descrença não é na imunização mas no método proposto, a vacinação e nos possíveis efeitos adversos.

Neil Z. MIller, no seu livro Immunization Theory vs reality – Exposé on Vaccinations expõe uma coleção de estudos que contradizem as principais crenças aceites relativamente à segurança e eficácia das vacinas. Conjuntamente contam uma história de fraude médica e pesar de muitos pais (USA). Afirma que recebe inúmeras chamadas todas as semanas de muitos pais cujos filhos sofreram com os efeitos secundários de uma ou mais vacinas.  Muitos pais são intimidados pelos médicos e nas escolas para que vacinem os seus filhos, mesmo contra a sua vontade. As agências médicas e governamentais promovem as vacinas como vingança. Os pais são ameaçados e acusados de abuso e irresponsabilidade quando optam por soluções de saúde alternativas. A afirmação: “os pais deveriam vacinar os seus filhos para proteger a sociedade como um todo” (Herd immunity) é apenas uma teoria não comprovada.  É um ataque dissimulado aos instintos humanos da população em geral e um insulto à sua inteligência e uma desvalorização do capital cultural. Se as vacinas são verdadeiramente eficazes, as crianças vacinadas deveriam estar protegidas e apenas as crianças não vacinadas estariam em risco. A estratégia da vacinação pressupõe que a abordagem médica alopática, relativamente à prevenção da saúde, é a única possibilidade. Também rotula os pais que optam por outras vias, como guardiões incompetentes e incapazes de ponderar sobre a informação disponível e da sua falta de capacidade e discernimento para tomar decisões sensatas. Mas o mais importante, os factos científicos em todo o mundo suportam que as vacinas podem ser perigosas e são-no, em muitos casos.


Ordem dos Médicos quer regulamentação das terapêuticas alternativas

Nos dias 3 e 4 de setembro de 2016, a Ordem dos Médicos recebeu o primeiro encontro em Portugal que junta Medicina Convencional e Medicina Tradicional Chinesa

Este é o título de um artigo publicado pelo “Observador” (José Sena Gulão/Lusa) onde se lê:

O bastonário da Ordem dos Médicos defende a regulamentação das terapêuticas não convencionais para “bem da saúde pública e dos cidadãos”.

Este é, a meu ver, um passo importante no sentido de se terminar com o embargo científico relativamente às medicinas  Alternativas e Complementares. Falo em embargo porque a posição da ordem dos médicos pautava-se por uma rejeição liminar destas ciências. Existe já um corpo científico bastante forte sobre estas abordagens que é publicado no Journal of Alternative and Complementary Medicine – research on Paradigm, Practice, and Policy – Mary Ann Liebert, Inc Publisher. Bruce D. Curtis & J.J. Hurtak num artigo publicado neste Jornal, Vol. 10, nº 1 de 2004 pp. 27-39 intitulado Conscious and quantum information processing: uncovering the Foundation for the Medicine of Light, refere que os atuais trabalhos de investigação experimental sugerem que estamos a começar a cartografar um tipo de sistema circulatório de luz que opera num nível energético de uma forma marcadamente diferente da sua contraparte molecular. Estudos recentes de Zhang (1996, 2003) sugerem um completo corpo distinto do corpo químico que o interpenetra. Um tal corpo foi designado por corpo eletromagnético e o qual pode ser um veiculo da projeção da consciência. (…) trata-se de um novo mundo no qual as bases da vida se localizam no campo da biofotónica, estados eletrónicos excitados (EEE) e da coerência quântica, ou seja, estamos a falar de sistemas biológicos que funcionam como lasers (Konstantin Korotkov, 2002). Estas perspetivas retratam um corpo mais como um computador bioenergético do que uma máquina molecular (…). O laureado Nobel Dr. Albert Szent-Györgi (1960), pai da moderna bioquímica afirmou uma vez que a célula é uma máquina dirigida por energia e pode ser abordada através do estudo da matéria ou da energia (…) Num nível pragmático, a realidade da biofotónica oferece um campo unificador que permite explicar muitos fenómenos que atualmente desafiam a visão biomédica dominante da vida, baseada no reducionismo molecular. Por exemplo, fornece os rudimentos para o suporte científico relativamente a determinados tipos de intervenções alternativas e complementares que envolvem a transferência de bioinformação transportada através de sinais energéticos (informação) extremamente pequenos tais como aqueles associados ao sistema de feedback da acupuntura, homeopatia, emaranhamento quântico (Quantum entanglement) da informação, eletromedicina etc…

Luc Montagnier (Galardoado com o Prémio Nobel em 2008 pela sua descoberta do vírus HIV em 1983) apresenta a Biologia ondulatória (Visão não particulada da vida), que aplica as técnicas de radiofrequência para a deteção de infeções bacteriais crónicas e infeções virais, explorando os meios técnicos necessários para tratar as doenças incluindo o vírus HIV e o autismo. Este investigador, pelo facto de defender cientificamente esta abordagem ficou sobre o ataque do estabelecimento Europeu da ciência (embargo científico Europeu), tendo tomado a decisão de  seguir as suas investigações na Universidade de Jiaotang em Shangai desde 2010. Existe uma forte censura, e ocultação de avanços científicos médicos, e porquê? E por quem?

  • Jonathan Tennenbaum (1999); “Beyond Molecular Biology – The Biophoton Revolution”: PDF
  • Luc Montagnier; “New Evidence for a Non-particle View of Life”; PDF
  • Luc Montagnier; , J. Aissa, E. Del Giudice, C. Lavallee, A.Tedeschi, and G. Vitiello. DNA waves and water. 23 dec. 2010: PDF
  • Biology in Light of Physical Theories: New Frontiers in Medicine: PDF
  • John H. K. Vogel et al. (2005); “Integrating Complementary Medicine Into Cardiovascular Medicine – A Report of the American College of cardiology Foundation Task Force on Clinical Expert Consensus Documents”; Journal of the American College of cardiology; Vol. 46; n.º 1; 2005; pp. 184-221: PDF
  • Clinton R. Miller, Intensive Immunization Programs, May 15th and 16th, 1962. Hearings before the Committee on Interstate and Foreign Commerce House of Representatives, 87th congress, second session on H.R. 10541.: PDF
  • Bruce D. Curtis and J. J. Hurtak (2004); “Consciousness and Quantum Information Processing: Uncovering the Foundation for a medicine of Light”; The Journal of Alternative and Complementary Medicine; Vol. 10, n.º 1pp. 27-39: PDF
  • Len Wisneski and Lucy Anderson (2005); “The Scientific basis of Integrative Medicine”; Ae CAM 2005; Vol. 2; Issue 2; pp. 257-259: PDF
  • Luísa Alexandra R. F. Tavares (2010). “O processo de institucionalização das medicinas alternativas e complementares – o caso da acupunctura em Portugal”. Tese de doutoramento em Sociologia: PDF

No artigo lê-se (“Observador” José Sena Gulão/Lusa): a Ordem dos Médicos defende que as terapêuticas não convencionais devem ser regulamentadas para que haja regras, controlos, registos clínicos e uma separação entre aconselhamento dos doentes e venda de produtos e, desta forma, evitar conflito de interesses. O bastonário José Manuel Silva justifica esta exigência com o “bem da saúde pública e dos cidadãos” e para que estas terapêuticas não se tornem “numa selva descontrolada”. (…) “Pretendemos que as terapêuticas não convencionais tenham o mesmo nível de transparência que a medicina tradicional”, frisou José Manuel Silva. (…) Para José Manuel Silva, não se pode tratar pessoas com base em filosofias, mas sim em bases científicas. “Se as terapêuticas não são medicina, não se baseiam em princípios de evidência científica, então os resultados também não são naturalmente garantidos”, considerou. (…) E acrescentou: “a medicina não rejeita nenhuma prática que tenha o máximo de fundamentação científica e demonstre a sua eficácia para os doentes”. (…) O bastonário ressalvou que se houver terapêuticas que comprovem a sua eficiência qualquer médico as utiliza, independentemente de serem chinesas, alemãs, americanas, japonesas ou russas.

Esta afirmação é muito importante pois permite que a discussão sobre o método de imunização escolhido pelos pais e Encarregados de Educação para os seus filhos seja diferente da vacinação desde que as “terapêuticas comprovem a sua eficiência“. Exigir que a vacinação seja uma obrigação para todos é rejeitar as práticas (métodos de imunização) que tenham o máximo de fundamentação científica e demonstrem a sua eficácia para os utentes do SNS!

  • Agora coloca-se uma questão muito importante: se a homeopatia é uma terapêutica com comprovada eficiência “baseada em princípios de evidência científica” (Luc Montagnier), então deve ser integrada no nosso Sistema Nacional de Saúde e comparticipada pelo Estado porque “a medicina não rejeita nenhuma prática que tenha o máximo de fundamentação científica” tal como afirma  José Manuel Silva, independentemente de serem chinesas, alemãs, americanas, japonesas ou russas. O mesmo se pode afirmar dos Fatores de Transferência. Não faz mais sentido este embargo científico pela comunidade médica científica internacional relativamente às Medicinas Complementares e Alternativas a “bem da saúde pública e dos cidadãos”!…

PUBLICAÇÕES – EFEITOS ADVERSOS DA VACINAÇÃO:

  • Em 1940 o Dr. Chase descobriu que a presença de anticorpos não significa imunidade: A Teoria da vacinação baseia-se numa falsa premissa que advoga que os anticorpos conferem imunidade. O assunto da imunidade e dos anticorpos é tão complexo e difícil, especialmente para os verdadeiros especialistas, que as lacunas relativas ao conhecimento ainda são enormes.
  • Em 1976 o Dr. Robert S. Mendelsonhn publicou o seu livro Confessions of a Medical Heretic, pioneiro do movimento a favor da verdade na profissão médica, explicando que muitos dos métodos empregues pela medicina são geralmente mais perigosos do que as doenças que supostamente deveriam diagnosticar e tratar.
  • Em 1988, o Tenente Coronel Thomas E. Beardon, um militar americano reformado com formação superior em engenharia nuclear e matemática, escreve no seu livro AIDS, Biological Warfare, página 17, que no New England Journal of Medicine, o grupo de cientistas da equipa médica de Walter Reed relatou as suas descobertas sobre a ligação entre a vacinação e a estimulação da doença AIDS/HIV. Também avisou sobre quem planeava utilizar versões alteradas da vacina da varíola para combater outras doenças em países desenvolvidos. O programa de vacinação e erradicação da WHO terminou em 1980. Atribui-se ao programa o benefício de ter salvo 2 milhões de vidas por ano e ter prevenido 15 milhões de infecções. Porém, pode ter sido inadvertidamente responsável pela morte de biliões.
  • Em 1991, Thomas E. Bearden publica o seu livro Gravitobiology onde esclarece uma nova biofísica que utiliza os campos electromagnético de energia internos e externos com efeitos profundos nos sistemas biológicos que se utilizados adequadamente têm aplicações impressionantes na saúde (imunidade).
  • Em 1995, Guylaine Lanctôt publica o seu livro The Medical Mafia – how to get out of it (alive) and take back our health & wealth. Esta médica Canadiana acabou por renunciar à sua carreira médica alopática para defender as medicinas complementares e alternativas.
  • Em 1996, Neil Z. Miller publica o livro Immunization vs Reality, exposé on Vaccines.
  • Em 2002, Neil Z. Miller publica o seu livro Vaccines are they Really Safe & Effective? Este livro chama a atenção publica para a questão controversa e extremamente séria sobre a vacinação!
  • Em 2006, Jörg Blech publicou o seu livro intitulado Os inventores de doenças onde faz uma denúncia corajosa e documentada sobre os abusos da indústria farmacêutica.
  • Em 2006, Seth Shulman publica o seu livro Undermining Science, suppression and distortion in the Bush Administration, cujas afirmações extraordinárias tornam-se persuasivas porque se baseiam em acontecimentos completamente documentados. Afirma na página 42 (Spin Doctors) que a administração Bush enfraqueceu a integridade científica bem como a sua credibilidade das agências federais em questão inibindo, dificultando e distorcendo a verdade relativamente aos cientistas que apresentavam análises independentes e integras. | Se isto acontece nos Estados Unidos com certeza que a Europa não é imune a este tipo de distorção. | porque motivo cientistas como Luc Montagnier têm que procurar asilo científico noutros países para poderem investigar?!… Será isto uma manifestação de aceitação e integridade da comunidade médica científica?!…
  • Em 2009, Wendy Lydall escreve o seu livro Raising a Vaccine Free Child. Esta autora apresenta um guia científico sobre os mitos, factos, problemas e soluções associados com a educação de crianças não vacinadas.
  • Em 2013, Suzanne Humphries publica o seu livro Dissolving Illusions: Disease, Vaccines, and The Forgotten History.
  • Em 2015, Christina England, Lucija Tomljenovic publicaram o livro intitulado Vaccination Policy and the U.K. Government: The Untold Truth. Recorrendo a uma grande variedade de estudos, documentos e registos libertados sob o Freedom of Information Act, descobriram que a sobreposição da política de vacinação sobre a segurança da vacinação, o Comité Misto de Vacinação e Imunização (JCVI), o Departamento de Saúde (DH) o Comité de Segurança de Medicamentos (CSM) e o Ministério da Defesa podem ter prejudicado a saúde de milhões de pessoas no mundo.


NOVO PARADIGMA CIENTÍFICO E IMUNIDADE

Como responsável pela saúde dos meus filhos, assiste-me o direito de escolher o método de imunização que entendo ser mais seguro para eles. Ser obrigado a vacinar é um ato inconstitucional porque viola o meu direito enquanto cidadão.

Esta última afirmação é muito importante para o atual debate sobre imunidade.

a medicina não rejeita nenhuma prática que tenha o máximo de fundamentação científica e demonstre a sua eficácia para os doentes”. José Manuel Silva

O Dr. Luc Montagnier demonstrou cientificamente a validade da homeopatia. Estará a Ordem dos Médicos preparada para aceitar a homeopatia cuja fundamentação científica é apresentada por um Prémio Nobel.

Nos estados unidos a CECD (Clinical Expert Consensus Documents – Task Force do ACCF – American College of Cardiology Foundation – PDF) pretende colocar os tratamentos da emergente área  das MAC (Medicinas Alternativas e Complementares) e a respetiva investigação para facilitar aos médicos a possibilidade de prestar melhores cuidados de saúde aos seus pacientes de forma significativa e segura (neste caso no campo da cardiologia – American College of Cardiology/American Heart Association ACC/AHA). O mesmo exemplo deve ser seguido na área da imunização.

Áreas de investigação da Medicina Alopática, Alternativas e Complementares que abrem portas para uma nova era da interpretação da biologia e da função imunitária.

Esta posição da Ordem dos Médicos é muito importante uma vez que as ciências do Exercício e Saúde e do Fitness gravitam em torno de áreas como a fisiologia do exercício físico, prescrição do exercício físico e saúde, biomecânica do exercício e saúde, etc… que se alicerçam nas diretivas do Colégio Americano de Medicina Desportiva (ACSM).  Educação Física e o Exercício e Saúde devem evoluir para o paradigma da motricidade humana abrangendo o conceito de biologia ondulatória.


BOLETIM DE VACINAS vs BOLETIM DE IMUNIDADE:

Na minha opinião deve-se validar cientificamente os vários métodos de imunização porém, não é ética e deontológicamente correto impor a vacinação como a única opção porque se viola um direito constitucional de todos os cidadãos Portugueses. Cada português deve ter um boletim de imunidade (não de vacinas), onde deve estar registado, pela entidade acreditada (Sistema Nacional de Saúde composto por equipas multidisciplinares de licenciados em medicina Alopática + Complementar e Alternativa) da opção escolhida conjuntamente com os pais, para garantir um reforço da imunidade e acompanhamento da criança.


CONCLUSÃO

A saúde deve estar sujeita a uma abordagem Multidisciplinar/Interdisciplinar segundo várias perspetivas científicas. Devemos defender um Sistema Nacional de Saúde que promova os nossos melhores interesses enquanto cidadãos e contribuintes. Existem situações em que as medicinas alternativas e complementares são mais adequadas, noutros casos a medicina Alopática tem a melhor resposta e frequentemente um casamento de ambas resultará melhor. O melhor Sistema Nacional de Saúde integra ambas as abordagens de forma unificadora e integrada. As vacinas são uma forma muito importante de prevenção mas devem ser investigadas por organismos científicos independentes, isentos e imparciais. Imunização não é sinónimo de vacinação!

1º Congresso Mundial de Medicina Integrativa, 31 de agosto a 2 de Setembro de 2017 na cidade Cartagena de Indias, Colombia : saber mais


FATORES DE TRANSFERÊNCIA?

Fica para um próximo artigo…

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