Será a Competição o Estado Natural do Ser Humano?

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O que é está por trás da luta (competição) humana pela sobrevivência no dia a dia e do sofrimento associado. Continuamos a sonhar com esperança pelo dia em que possamos viver sem dívidas e não tenhamos mais que competir por um emprego, uma remuneração, segurança e benefícios sociais que merecemos. Mas nada parece mudar e continuamos a acreditar no mesmo modelo social e económico como se não houvessem mais alternativas.

A origem da competição está associada diretamente à concorrência económica.

Os seres humanos competem entre si para ocuparem lugares de destaque e terem acesso a regalias, à riqueza, a bens materiais e/ou vantagens sociais e na maioria das vezes apenas para comer o suficiente para sobreviver. A competição pode ser pacífica ou não, dependendo de quem compete e está presente em todas as ações onde dois ou mais indivíduos querem ocupar o mesmo espaço. Pressupõe-se que os seres humanos são competidores por natureza e por isso vence por direito, aquele que estiver mais bem preparado fisicamente (domínio desportivo), intelectualmente e/ou no plano económico.

Todas as nossas Instituições (Incluindo o Desporto e a Educação), estão cativas ou dependentes do principal modelo de organização social que é a economia capitalista enquanto distribuição da raridade (Joel de Rosnay, 1975. Macroscópio). O principal recurso cuja raridade condiciona todos os outros é a energia (potencial termodinâmico). Nós gerimos a nossa economia através de uma noção acanhada que é o valor monetário e tudo gira em torno deste construto. Nós vivemos num sistema económico fechado que pressupõe que o fornecimento mundial de energia, sobre o qual o sistema financeiro bancário se baseia, está alicerçado em fontes de energia não renováveis tais como o petróleo, gás natural, carvão, etc… consequentemente, o sistema é fechado na medida em que se baseia na escassez e não renovação.

O que é que há de errado com o nosso dinheiro?

Os bancos apenas criam o dinheiro para os empréstimos, nunca criam o dinheiro com juros. O dinheiro com juros não existe no volume total de dinheiro e esta é a principal razão por detrás da competição na nossa economia real. Para conseguirmos pagar os juros ao banco, somos obrigados a tirar o dinheiro uns dos outros, porque os Bancos nunca criaram o dinheiro para pagar os juros (Franz Hörmann). No ato de criar dinheiro enquanto “dívida com juros”, apenas se cria o dinheiro e não os juros o qual circula como “moeda”. Isto implica que num sistema desta natureza, a dívida apenas pode crescer e nunca pode ser paga (Raridade do dinheiro). Consequentemente, a influência e controlo da classe privada de banqueiros (Banksters) sobre as políticas de um estado apenas pode crescer em detrimento dos cidadãos dessa mesma nação e do bem público (Joseph P. Farrel,2010. Babylonian’s Banksters).

Como a nossa sociedade está dependente de recursos finitos, isso implica que tenhamos que lutar|competir pelos acesso e controlo dos mesmos. Franz Hörmann (Professor Assistente e Docente da Universidade de Economia de Viena), afirma que o dinheiro não é um valor positivo e foi inventado pelos Bancos.

O desporto prepara os jovens, incutindo-lhes valores competitivos, para lutarem no “jogo social”. Ou seja, dá-lhes competências para viver num sistema disfuncional.

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Quando a CNAPEF, o SPEF e o COP se reúnem numa jornada de reflexão denominada “Perspetivas Futuras do Desporto Escolar” (17 de março de 2017), fazem-no com a nobre intenção de assumir as devidas responsabilidades na criação de condições para o desenvolvimento da prática desportiva nos jovens através do desporto escolar (Artigo de opinião – LINK). Também o fazem acreditando que o modelo de formação desportiva é uma ferramenta extremamente importante para criar competências competitivas nos jovens para integrarem uma sociedade também ela competitiva. Porém, uma educação do século XXI terá que preparar jovens para uma sociedade cooperativa e não competitiva porque o modelo socio-económico do futuro ir-se-á alicerçar numa economia sem dinheiro como defende Franz Hörmann e Michael Tellinger (Ubuntu) e um crescente número de pessoas em todo o mundo.

jovem o desporto e a escola

Atualmente a industria do desporto vale 1794 milhões para a economia segundo o estudo do INE atribui ao desporto um peso de 1,2% no valor acrescentado bruto gerado pela economia portuguesa. Este é um forte motivo (Valorizar Socialmente o Desporto, um Desígnio Nacional), para que se continue a acreditar que mais e melhor desporto é a solução.

Observação pessoal: Será?

Desporto, crescimento económico e emprego:

  • Implicação política 1: o desporto é um setor económico importante.
  • Implicação política 2: o desporto representa uma industria de trabalho intensivo em crescimento.
  • Implicação política 3: o desporto pode promover a convergência em torno dos Estados Membros da UE.
  • Implicação Política 4: o desporto tem vantagens de especialização que favorecem o crescimento.

BIBLIOGRAFIA:

  • Comité Olímpico de Portugal. Desporto, crescimento económico e emprego – Valorizar socialmente o desporto: um desígnio nacional: PDF
  • INE. destaque 5 de abril de 2016: PDF

Novo Paradigma do desenvolvimento Humano:

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The Mesh o futuro do negócio é partilhar
Economia Colaborativa
Democracia da Terra
Whats-mine-is-yours democracia da terra
Lisa Gansky
Rachel Botsman
PDF
Vandana Shiva
PDF; PDF
  1. Michel Bauwens, P2P Foundation (2012); “Synthetic Overview of the Collaborative Economy”; P2P Foundation; PDF;
  2. European Comunity, Business Innovation Observatory, “The Sharing Economy – Accessibility Based Business Models for Peer-to-Peer markets”, Case Study; PDF.
  3. NESTA – COLLABORATIVE LAB – making sense of the uk collaborative economy: PDF;

A energia da competição pode ser:

  • Positiva – incentivando a busca pelo aprimoramento e a perfeição, respeitando as regras, princípios e valores éticos e morais.

  • Negativa – quando gera disputas desonestas e violentas pela busca de poder.

As competições podem acontecer no domínio comercial, afetivo, político, desportivo, escolar, territorial ou outro. A vitória é representada pela conquista de algo desejado e garante recompensas, prémios, valores monetários, títulos e privilégios ou símbolos como troféus e medalhas ou ainda posições de destaque, regalias e/ou exclusividade no acesso a algo (riqueza), ou na comercialização de algo.


Relações ecológicas e competição:

Nas comunidades bióticas, dentro de um ecossistema, encontram-se várias formas de interações entre os seres vivos que as formam, denominadas relações ecológicas ou interações biológicas. Estas relações diferenciam-se pelos diferentes tipos de dependência que os organismos mantêm entre si.

Podemos classificar as relações entre seres vivos inicialmente em dois grupos:

  • Intra-específicas: que ocorrem entre seres da mesma espécie.
  • Inter-específicas: entre seres de espécies distintas.

É comum diferenciar-se as relações em:

  • Harmónicas ou positivas: não há prejuízo para nenhuma das partes associadas.
  • Desarmónicas ou negativas: há prejuízo para ambas as partes associadas.

Tabela de representação das relações inter-específicas (indivíduos de espécies diferentes):


DESPORTO E COMPETIÇÃO. 

Será o Desporto a melhor MATRIZ CIVILIZACIONAL e CULTURAL ao SERVIÇO da PAZ,  do desenvolvimento harmonioso da pessoa humana e da sua dignidade?

Considerando aquilo que foi anteriormente dito sobre o modelo económico de organização social e as relações ecológicas na natureza, verifica-se claramente que a competição acarreta sempre um prejuízo no desenvolvimento de ambas as partes envolvidas porque se apresenta como uma relação desarmónica ou negativa. É impossível promover a paz quando uma sociedade está dependente de recursos finitos, o que implica que tenhamos que lutar|competir pelos acesso e controlo dos mesmos.

O jogo desportivo  afirma Pierre Parlebas, representa uma sociedade em miniatura, e vive desde a sua infância as contradições e o mal-estar da sociedade que o produziu a qual esqueceu, em grande parte, os valores fundamentais que podem dar sentido e esperança à existência humana. O desporto institui a competição como premissa porque também ele promove uma luta por recursos finitos que estão representados pelo acesso restrito a uma elite de jogadores, títulos conquistados, prémios monetários, subsídios, prestígio, etc… Ou seja, o modelo desportivo é uma pedagogia competitiva fundamental, que visa preparar os jovens para o atual modelo económico com todas as disfunções que acarreta.

A maioria dos estudos, que analisa o comportamento da juventude em relação ao desporto, apresentam sempre resultados similares:

porque competir criancas

Pergunta 1: quais os elementos que mais apreciam na prática desportiva?

Prioridade da Educação Física (jogos desportivos):

  1. Saúde – Inteligência Corporal.
  2. Amigos – Inteligência Emocional.
  3. Lazer, prazer – Inteligência Social.

Os jovens abaixo dos 14 anos de idade desvalorizam a competição enquanto objetivo ou motivo na prática desportiva. Ou seja, competir e/ou vencer não são aspetos relevantes para os jovens nestas idades. Porém, à medida que avançam na idade, a influência dos mass média, a imersão numa cultura desportiva escolar e o processo de enculturação acabam por inverter esta ordem e a partir dos 15 anos sensivelmente (e cada vez mais cedo), vencer os adversários torna-se prevalecente. As crianças, desde idades cada vez mais precoces, estão expostas ao elemento competitivo do desporto e por isso, é lógico que estas tendências se iniciem cada vez mais cedo.

Pergunta 2: ordena os seguintes elementos consoante a sua importância para a prática desportiva!

Os objetivos e conteúdos da Educação Física devem privilegiar sobretudo os valores (Inteligência Emocional), a aptidão física e consciência corporal (Inteligência Corporal) e as relações inter-pessoais (Inteligência Social):

  • Jogar honestamente (Valores – Inteligência Emocional).
  • Saúde e bem-estar (inteligência corporal).
  • Contacto com amigos (inteligência social).

Pergunta 4: em que medida está ou não está de acordo, ou fica indiferente com as seguintes frases?

  • A – No desporto o que é importante é vencer, não importa como.
  • B – Não dá gozo jogar sempre honestamente e perder sempre.
  • C – É melhor perder de uma forma honesta do que ganhar de uma forma desonesta.


SOLUÇÕES:

Solução para o problema:

Uma Educação Física do Século XXI tem que investir nas práticas corporais que levam à vivência holística (holopráxicas) para promover uma desfragmentação do ser humano através de uma cultura da paz. Porém, é fundamental tomar consciência dos seguintes aspetos que nos podem libertar deste modelo social escravizador:

  • SISTEMA ABERTO: Quando o dinheiro de uma nação representa a receita de bens e serviços prestados e é emitido sem juros pelo próprio estado, esse estado conseguirá uma taxa de desemprego nula e não haverá incremento da dívida ou escassez. Ou seja, devemos escolher um modelo no qual  o dinheiro é criado pelo nosso próprio estado como uma receita de bens e serviços, livre de dívida. Este modelo pressupõe igualmente a democratização da produção de energia a qual se deve basear nas tecnologias energéticas alternativas baseadas sobretudo a Energia do Ponto Zero. Este novo sistema pede instituições, como a educativa (Escola), baseadas no modelo das comunidades de aprendizagem onde os objetivos e conteúdos da Educação Física se desvinculam totalmente do desporto (Baseado na competição), passando a valorizar as oficinas do movimento baseadas nas atividades heurísticas onde as multinteligências e a pedagogia cooperativa orientam a formação corporal e o desenvolvimento do potencial individual.
  • SISTEMA FECHADO (Falsas Ideias): caso contrário, se o dinheiro continuar a ser emitido por um monopólio privado de forma limitada, representando uma nota de dívida com juros, nunca haverá dinheiro suficiente em circulação para repor a dívida e a escassez prevalece na medida em que o fornecimento limitado de dinheiro compete por bens, recursos e energia também eles limitados. O PROBLEMA reside fundamentalmente na CRIAÇÃO DE DINHEIRO COMO UMA NOTA DE DÍVIDA EM CIRCULAÇÃO que é uma falsa ideia.

O Desporto simula exatamente este modelo fechado de escassez planeada, onde apenas um punhado restrito de indivíduos pode aceder ao título e aceder às regalias de campeões. Este é o princípio 80/20 de Pareto. As pessoas numa sociedade dividem-se em dois grupos com uma proporção 80/20 de tal modo que o grupo maioritário, 80% da população, controla ou tem acesso apenas a 20% da riqueza, bens, serviços, propriedades e/ou títulos, enquanto o grupo minoritário, 20% da população, controla ou tem acesso a 80% da riqueza ou do poder. O Cientista Social George Kingsley Zipf demonstrou na década de 1930, esse comportamento em lei de potências. Ou seja, “os ricos ficam mais ricos” porque existem diferenças de acesso ou no controlo dos recursos num mercado livre, resultando num número significativo de acontecimentos extremos: indivíduos muito ricos ou empresas enormes (corporações que controlam o mercado). O atual modelo económico é fonte de enormes desigualdades sociais afirma Richard Wilkinson and Kate Picket; “Great Equality – the Hidden Key to a Better Health and Higher Scores”. “O bem-estar médio das nossas sociedades já não depende do rendimento nacional (PIB) e do crescimento económico. Isso é muito importante em países pobres mas não no mundo rico e desenvolvido”, afirma Richard Wilkinson. É cada vez mais forte na sociedade atual a consciência de que o crescimento económico e tecnológico, que caracteriza as sociedades desenvolvidas, não corresponde a um igual e necessário desenvolvimento humano

Se preparamos os jovens para uma sociedade da escassez, obviamente que o modelo competitivo é o mais adequado porque se compete por recursos escassos. Mas se educarmos para um mundo de abundância (Partilha & Contribucionismo Ubuntu), como deveria ser a base do nosso sistema socio-económico (não se verifica porque existe uma distribuição da riqueza parentiana), então devemos adotar os modelos cooperativos de organização escolar/pedagógica próprios das comunidades de aprendizagem. 

SÉCULO XX SÉCULO XXI
HIPER CONSUMO = Crédito + Publicidade + Propriedade Individual. CONSUMO COLABORATIVO = Reputação + Comunidade + Acesso Partilhado
  1. Centralizado.
  2. Instituições Cima-baixo (Pirâmide).
  3. Economia Industrial.
  4. Desempoderamento Individual.
  5. Insustentabilidade.
  6. Posse e Propriedade.
  7. Competitividade | Competição.
  8. Economia com Dinheiro.
  1. Distribuído.
  2. Comunidades em rede (Parcerias).
  3. Economia Colaborativa.
  4. Empoderamento Individual.
  5. Sustentabilidade.
  6. Oportunidade de acesso.
  7. Cooperação (Sinergias & Dinergias)
  8. Economia sem “Dinheiro”: “tempo”, “reputação”, “recursos”, “confiança”.
*Duas formas de perspectivar as relações socio-económicas.

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ecohabitare

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Escola Feliz & Economia da Felicidade

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Um estudo realizado pela “World Value Survey, Wave” desenvolvido entre 2005-2008, mostra claramente que somos um povo onde a percentagem de pessoas que consideram ou ponderam a hipótese de se poder confiar na maior parte das outras pessoas é extremamente baixo (10%). A confiança é a base da maioria das relações pessoais, que por sua vez são determinantes essenciais do bem-estar humano e desenvolvimento económico. A análise teórica e empírica mostra que, altos níveis de confiança inter-pessoal tornam muitos aspetos da vida mais agradáveis e produtivos. As desigualdades sociais erodem a confiança entre as pessoas porque exacerbam a necessidade de uma atitude competitiva pelo acesso à raridade|escassez. Por isso é fundamental investir em escolas felizes que reforçam os laços de amizade e confiança para se poder cooperar e contribuir positivamente.

FÓRMULA: Calcular o ÍNDICE DE CONFIANÇA = 100 + (% pode-se confiar na maior parte das pessoas) – (% nunca se é demasiado cuidadoso)

  • ÍNDICE 100 – corresponde aos países onde a maioria das pessoas confia nas outras;

  • ÍNDICE < 100 – corresponde a países onde a maioria das pessoas pensa que se deve ser cauteloso quando se lida com as outras pessoas.

Portugal 1999 Values Surveys EVS/WVS Waves 1-4 (1981-2004)

Índice de Confiança de Portugal = 21,9


  • Richard Wilkinson and Kate Picket; “Great Equality – the Hidden Key to a Better Health and Higher Scores”: PDF
  • Richard Wilkinson and Kate Picket; “The Spirit Level – Why Equality is beter for everyone”: PDF
  • Richard Wilkinson and Kate Picket; “The Spirit Level (…)”: PDF
  • Robert Reich; “Inequality for all”: PDF

A competição não é um estado natural do ser humano. A competição acontece como uma consequência de uma ordem social baseada na Falsa ideia da escassez de recursos.

Barry Schwartz no seu livro Practical Wisdoom refere: Se a tecnologia não funciona ou não serve o seu propósito, desaparece porque ninguém a compra. Porém, as ideias e sobretudo as falsas ideias sobre os seres humanos  e a economia (Tecnologia das Ideias) prevalecem a partir do momento que as pessoas acreditam que são verdadeiras. Quando isso acontece, elas criam hábitos de vida e Instituições consistentes com essas falsas ideias (Instituição Desporto | Educação Física, Economia, etc…). A estrutura das instituições na qual as pessoas trabalham, criam pessoas que são aptas às exigências e objetivos dessas mesmas instituições privando-as da oportunidade de sentirem satisfação pelo seu trabalho, algo que consideramos normal. Nós moldamos a natureza humana moldando as instituições nas quais as pessoas vivem e trabalham. Nós devemos-nos questionar:

Que tipo de natureza humana queremos ajudar a moldar? 

 

melhor objetivo

joel-de-rosnay-circuloJoel de Rosnay (1975), num excelente livro intitulado “O macroscópio”, quando aborda a necessária emergência de novos valores, na atual sociedade, tanto na esfera do trabalho (economia) como da educação em geral, refere que a “competição profissional foi considerada até hoje como uma motivação saudável rumo ao êxito. O novo pensamento rejeita toda a competição herdade na tradicional luta pela vida. Repudia toda a ideia de comparação simplista baseada na excelência e no mérito, uma vez que tais comparações conduzem geralmente a uma classificação arbitrária entre os indivíduos, a juízos de valor que limitam e empobrecem as relações humanas” (…) “de maneira um pouco ingénua, por vezes, a sociedade liberta da ideia de competição, não surge já como uma selva mas como uma comunidade de interesses cuja evolução assenta na ajuda mútua, na cooperação, na educação recíproca, na parceria”. Os jogos cooperativos (Team Building), desempenham um papel fundamental na construção de laços de confiança entre os indivíduos.

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