Higiene Mental e Saúde

linha vermelhaBIOLOGIA DA TRANSCENDÊNCIAUNIDADE mente corpo1linha vermelhacaminho interiorAs nossas crenças determinam a nossa realidade.

 

O texto que se segue fundamenta-se nos estudos e documentos do Prof. Bruce Lipton (2005) cujo tema é “A Biologia da Crença – Pensar para além dos Genes”. Assim, afirma que todos nós de certa forma conhecemos que a chave para a saúde advém da relação mente-corpo. Contudo levanta-se uma questão fundamental:

  • De que forma a nossa saúde depende da relação mente-corpo?
  • Por outras palavras, como é que a saúde reflete pensamentos de qualidade?
  • No final do artigo ficará a compreender este processo!…

hipercomuniacção

As crenças estabelecem os limites daquilo que conseguimos alcançar. Se acreditarmos que conseguimos, ou se acreditamos que não conseguimos, é porque temos razão!…

É suficientemente perturbador que as crenças negativas possam ser um reflexo da realidade, mas o que na verdade é ainda mais perturbador é o facto delas ajudarem a criar essa realidade. Isto é especialmente verdade quando as crenças são subconscientes. A maioria de nós acredita, e os cientistas comportamentais confirmam-no, que os nossos comportamentos são um reflexo directo das nossas crenças, percepções e valores, criados a partir de experiências passadas. Contudo, a dificuldade parece estar em saber como mudar as crenças antigas “negativas”, percepções e valores em novos valores “positivos”. Reescrever as crenças subconscientes que possam estar a sabotar as nossas acções (vontade consciente), bem intencionadas, é semelhante a reprogramar um computador pessoal.

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1A IMPORTÂNCIA DAS PROTEINAS

O conceito proteína significa “primeiro elemento” (preoteios, Grego) uma vez que estas são os componentes primários de todas as células das plantas e dos animais.

Um ser humano é constituído aproximadamente por 100,000 proteínas diferentes. As proteínas são cadeias lineares cujas ligações moleculares são constituídas por moléculas de amino-ácidos. Cada um dos 2 aminoácidos possui uma forma única, quando unidos numa cadeia, a proteína resultante organiza-se numa escultura tri-dimensional elaborada. Os padrões de organização ou arranjos moleculares das proteínas, são determinados pela sequência das ligações dos seus amino-ácidos. O equilíbrio das cargas electromagnéticas ao longo das cadeias de proteínas serve para controlar a forma final da escultura. A forma única de um arranjo ou “escultura” proteica refere-se à sua conformação.

As proteínas estão na base das estruturas e funções do organismo, mas acções proteicas aleatórias não permitem a sustentação da vida. Os cientistas necessitam de identificar os mecanismos que “integram” as funções das proteínas que substanciam os comportamentos complexos. A pesquisa de Bruce Lipton estava ligada ao facto das proteínas serem lábeis (oposto de estáveis). Tal como os componentes de um carro, as proteínas “desgastam-se” quando são usadas. Se uma proteína individual, integrada num “percurso” se desgasta, e não é substituída, então a acção deste percurso cessará. Para retomar a função a proteína deve ser substituída. Consequentemente, pensou-se que as funções comportamentais fossem controladas pela “regulação da presença ou ausência de proteínas que constituem os percursos”. A fonte de substituição das partes proteicas está relacionada com os factores de memória que estão na base da hereditariedade… a transmissão de caracteres”.

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O MITO DA PRIMAZIA DO ADN

 

ADN_staticA procura dos factores de hereditariedade que controlam as sínteses proteicas conduziu ao ADN, Em 1953, Watson e Crick desvendaram o mistério do código genético que revelou a forma como o ADN servia como um “projecto” molecular que definia sequências de aminoácidos que formavam as proteínas.

O projecto ou planta para cada proteína, é designada como Gene. Uma vez que as proteínas definem os caracteres de um organismo, e as estruturas proteicas estão codificadas no ADN, os biólogos partiram do dogma conhecido como o “Primazia do ADN”.

Neste contexto primazia significa “primeiro nível de controlo”. Conclui-se então que o ADN “controla” a estrutura e comportamento dos organismos vivos. Uma vez que o ADN ”determina” o carácter de um organismo, então é lógico aceitar o conceito de “Determinismo Genético” que pressupõe a ideia que a estrutura e comportamento de um organismo são definidos pelos seus genes.

O “Projecto do Genoma Humano” partiu do pressuposto que se poderia utilizar este conhecimento para reparar ou substituir genes “defeituosos” e “controlar” a expressão de um organismo.

Desde 1953 que os biólogos pressupuseram que o ADN “controla” a vida. Nos animais multicelulares, o órgão que “controla” a vida é conhecido como o cérebro. Assim, como os genes são presumivelmente os que controlam a vida celular e estes estão contidos no núcleo celular, então pressupôs-se que o núcleo celular seria o equivalente ao cérebro celular.

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O CÉREBRO DA CÉLULA

 

membrana-celular1A membrana celular é composta primariamente por fosfolípidos e proteínas. Os fosfolípidos que se assemelham a chupa-chupas com dois pauzinhos, estão dispostos segundo uma bicamada cristalina. A camada fosfolipídica forma uma barreira separando o ambiente externo do interno citoplasmático. Incrustados na membrana estão proteínas especiais designadas por Integral Membrane Proteins (IMPs) ou Proteínas Integrais de Membrana (PIMs). Existem dois tipos de PIMs (receptores e efectores).

A definição bioquímica de membrana celular pode ser traduzida da seguinte forma: a membrana é um cristal líquido (Organização fosfolipídica), semicondutora (As únicas coisas que podem transpor a barreira da membrana são aquelas transportadas pelas PIMs de transporte) com portões (PIMs receptores) e canais (PIMs efectoras). Esta definição é exactamente a mesma que aquela que foi utilizada para se definir um Chip de computador. Estudos recentes constataram que a membrana celular é de facto um homólogo orgânico de um chip de silicone. Dentro deste contexto, a célula é um microprocessador auto-movido. Então a célula é um computador orgânico.

A membrana celular ↔ Chip de silicone

A célula ↔ computador orgânico

Função Estrutura Celular
CPU Mecanismo de processamento de informação Membrana celular
TECLADO Entrada de dados Receptores de Membrana (PIM – Unidades de percepção);
DISCO Memória Núcleo celular;
MONITOR (Ecrã) Output de informação Estado físico da célula;
BITS Dados computacionais Complexos de PIMs Receptoras/Efectoras ou Unidades de percepção;
*O funcionamento de uma célula pode ser facilmente compreendido através de uma analogia com o computador:

As células “aprendem” através da criação de novos receptores e pela sua integração com proteínas efectoras específicas.

Quando novos sinais ambientais, não reconhecidos, se manifestam, as células criam novas unidades de percepção para lhes responderem. As novas unidades de percepção requerem “novos” genes para as PIMs. A capacidade das células para executarem novas PIMs receptoras e responder a estes novos sinais com uma resposta (comportamento) apropriado, orientado para a sobrevivência é o fundamento da evolução/aprendizagem. As células “aprendem” através da criação de novos receptores e pela sua integração com proteínas efectoras específicas. A memória celular é representada por “novos” genes que codificam para estas proteínas. Este processo permite ao organismo sobreviver num ambiente em permanente mudança.

A consciência das células acerca do seu ambiente reflecte-se na sua população de receptores.

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ÓRGÃOS SENSORIAIS DA CÉLULA

 

Os receptores correspondem aos órgãos sensoriais da célula o equivalente aos olhos, ouvidos e nariz, etc. Se um receptor é estimulado por um sinal, ele responde através da alteração da sua conformação. A biologia convencional estipula que os receptores apenas respondem à matéria (moléculas), uma crença consistente com a visão newtoniana onde o universo é visto como uma máquina material.

O receptor proteico altera a sua conformação quando é activado pelo seu sinal complementar e assim, é capaz de se conjugar com um efector proteico. Os efectores proteicos levam a cabo os comportamentos celulares. Estes efectores proteicos podem ser enzimas, elementos do citoesqueleto (os equivalentes aos músculos e ossos do nosso corpo), ou transportadoras (Proteínas que transportam electrões, protões, iões e outras moléculas específicas ao longo da barreira fosfolipídica da membrana celular). Normalmente as proteínas efectoras estão inactivas na sua conformação de repouso. Contudo quando o receptor se “dobra” à proteína efectora provoca-lhe uma alteração de conformação, passando de uma forma inactiva para uma forma activa. É desta forma que um sinal ambiental activa o comportamento celular. A actividade do PIM efector normalmente regula o percurso citoplasmático das proteínas de comportamento, tal como aqueles relacionados com a digestão, excreção e movimento celular. Se proteínas funcionais específicas não estiverem já presentes na célula, os efectores activados PIMs enviam um sinal ao núcleo e requisitam os respectivos programas de genes.

As PIMs receptoras “vêem” ou estão “conscientes” do seu ambiente e as PIMs efectoras criam uma resposta física que traduzem os sinais ambientais em comportamentos biológicos apropriados. Os Complexos PIM controlam o comportamento, e ao fazê-lo, afectam as proteínas reguladoras. Estas PIMs também controlam a expressão genética. Os complexos de PIMs fornecem à célula a “consciência do seu ambiente através das sensações físicas”, que por definição do dicionário representa a percepção. Cada complexo Proteico (PIM) Receptor-Efector constitui colectivamente a “Unidade de Percepção”.

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A FORÇA DOS PENSAMENTOS

 

membrana-celular

Foi demonstrado que os campos electromagnéticos pulsáteis regulam virtualmente todas as funções celulares, incluindo a síntese do ADN, do RNA, síntese proteica, a divisão celular, a diferenciação celular, a morfogénese e a regulação neuroendócrina. Estas descobertas são relevantes uma vez que fundamentam que o comportamento biológico pode ser controlado por “forças energéticas invisíveis” estando incluídos os pensamentos. A coerência ou incoerência dos nossos pensamentos, relativamente a nós próprios (auto-estima e auto-conceito), determina a coerência ou incoerência fisiológica.

Pela medicina convencional, osmecanismosfísicos que controlam a biologia baseiam-se na mecânica newtoniana, a qual enfatiza o reino material (átomos e moléculas). Já a nova biologia considera que os mecanismos da célula são controlados pela mecânica quântica.

A mecanobiologia é a área da biologia que investiga os mecanismos através dos quais as células convertem os estímulos mecânicos em atividade química/eletromagnética e vice versa (Donald E. Ingber,The architecture of life“).

O comportamento biológico pode ser e é controlado por forças energéticas invisíveis que formam, coletivamente, campos integrados e interdependentes, estando incluídos os PENSAMENTOS.

Para a mecânica quântica, as forças invisíveis em movimento nos campos são os fatores fundamentais que modelam a matéria. Os cientistas também reconhecem que as moléculas do corpo são controladas por frequências de energia vibracional, de forma que a luz, o som e outras energias eletromagnéticas.

Entre as forças energéticas que controlam a vida estão os campos eletromagnéticos gerados pela mente. Na biologia convencional, a ação da mente não é incorporada à compreensão da vida. Por isso, é uma surpresa a medicina reconhecer que o efeito placebo responde por pelo menos um terço das curas médicas, incluindo cirurgias. Ele ocorre quando alguém sara devido à sua crença de que um remédio ou procedimento médico vai curá-lo, mesmo se o medicamento for uma pílula de açúcar ou o procedimento for realizado apenas para simular algo vital.

A nova biologia sublinha o papel da mente como o fator primordial com influencia sobre a saúde.

A nova biologia sublinha o papel da mente como o fator primordial com influencia sobre a saúde. Segundo esta perspetiva da realidade, se controlarmos os nossos pensamentos (higiene mental), tornamo-nos mestres da nossa vida, e não vítimas dos genes.

Cada aminoácido é uma antena biológica ressonante e sintonizada
comunicação-proteica
*A rotação de uma porção da molécula proteica carregada na esquerda, desencadeia um campo electromagnético que provoca movimento complementar na proteína da direita, e apesar disso, as duas moléculas não se tocam. É a componente eléctrica oscilante do campo electromagnético que faz com que o aminoácido da Proteína 2 oscile em sincronização com o aminoácido correspondente da proteína 1; Allen & Crozz (1963); Sauer (1995) cit. James L. Oschman (2002), “Energy medecine”.

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COMPUTADORES SOLITÓNICOS HOLOGRÁFICOS

 

Se os nossos pensamentos controlam a expressão dos nossos genes, então controlam a nossa saúde. Por outro lado, o nosso estado fisiológico coerente ou incoerente, também controla a expressão da nossa realidade através do processo designado por hipercomunicação.

O biofísico Russo e biólogo molecular Pjotr Garjajev (1997) e seus colegas também exploraram o comportamento vibracional do ADN – os cromossomas funcionam tal como computadores solitónicos holográficos.

Estes factos explicam de forma científica porque razão a utilização de afirmações (palavras), treino autogénico (técnica de relaxamento baseada na auto-sugestão), hipnose, psych-K™ e outras técnicas similares assumem um efeito significativo nos seres humanos e na sua saúde ao reprogramarem as crenças negativas subconscientes, substituindo-as por outras positivas e salutares.

Hipercomunicação:

O ADN humano é uma Internet biológica e muito superior em vários aspectos àquela que conhecemos.

Através dos pensamentos, controlamos os processos biológicos internos e exercemos influência nos sistemas biológicos externos através da hipercomunicação.

Somos emissores e recetores de informação:

A qualidade dos nossos pensamentos não só determina a qualidade do nosso ambiente interno pessoal, como determina a qualidade do ambiente que nos rodeia porque estamos constantemente a emitir e receber informação. O nosso ADN é um projetor holográfico. O prof. Luc Montagnier, galardoado com o prémio Nobel pela sua descoberta relativa ao virus HIV, investiga atualmente uma área designada por Biologia Ondulatória (Wave Biology), afirmando que o nosso ADN pode teletransportar-se.

encadeamento-pensamento

Vamos agora considerar a profunda influência que o ambiente tem sobre o nível psicológico basal do lado esquerdo do cérebro. Imaginemos uma pessoa fundamentalmente feliz que entra numa sala cheia de pessoas fundamentalmente infelizes. Consideremos agora que as pessoas infelizes estão a transmitir ideias subconscientes de negatividade (ex: ressentimento, revolta, desdém, etc), para a pessoa feliz ou para o ambiente. Os pensamentos negativos de muitas pessoas amplificam-se e geram um campo coletivo “negativo”. A pessoa feliz sofre o impacto desta campo de pensamento, e se a força combinada dos pensamentos negativos excede a força do seu nível basal, a pessoa “sentirá” fisicamente essa negatividade (mesmo que não hajam sinais físicos óbvios de negatividade na sala), passando a sentir irritabilidade, instabilidade, sentimentos e pensamentos negativos, etc… Esta é uma forma de percepção extrasensorial (hipercomunicação), e deve-se à interacção de estímulos externos pelo lado esquerdo do nível psicológico.

encadeamento-pensamentos-positivo

interefrênciaEste é um exemplo de como as energias da mente controlam o estado de saúde individual e coletivo. O somatório dos pensamentos coletivos de alegria e amor constroem uma realidade de paz e harmonia (o oposto também é verdade). Qual é a sua escolha?!…

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Paciente 14

paciente-14bO filme Paciente 14 (Título original: “Eavesdropper → tradução: bisbilhoteiro), baseado num caso verídico, mostra claramente que os pensamentos são realidades físicas, mensuráveis. Esta personagem Liza Raines, depois de um tratamento para a surdez, fica com capacidade para escutar os pensamentos dos outros. Liza recebeu uma infusão de células manipuladas genéticamente e introduzidas numa solução a qual é injetada intravenosamente. Estas células percorrem o caminho até ao ouvido interno e cóclea, reparando as células danificadas. Liza passou a ouvir frequências 10 vezes acima do alcance humano, onde se situam os nossos pensamentos ou noosfera (mundo das ideias – transição da consciência instintiva para a consciência telepática).

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Biologia da Crença:

Biologia Ondulatória:

  • Luc Montagnier (2011), “New Evidence for a Non-particle View of Life”; 21se Century Science & technology;
  • Luc Montagnier e col. (2011), “DNA waves and water”; Journal of Physics; CS 306;

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