Educação Personalizada!… Educar por medida.


Está Tudo Bem?


Reclamar de Barriga Cheia:

Haverá algum motivo para  estarmos insatisfeitos com a nossa escola enquanto políticos, professores, alunos e pais? Será que, reclamar e criticar o atual modelo não será uma manifestação de profunda ingratidão quando nunca se investiu tanto em educação como atualmente?

  • O Programa Nacional de Requalificação da Rede do 1.º Ciclo do Ensino Básico e da Educação Pré-escolar visa garantir a igualdade de oportunidade de acesso a espaços educativos de dimensão e recursos adequados ao sucesso educativo!…
  • Programa de Modernização das Escolas Secundárias lançado em 2007 (previsão: 332 escolas até 2015)!…
  • Portugal é dos países da OCDE que mais tem melhorado o seu desempenho no PISA ao longo dos anos (Melhores resultados em matemática, em literatura e ciência)!…
  • Introdução da avaliação das organizações escolares com o intuito de melhorar a qualidade da educação (Programa de Avaliação Externa das Escolas) – Monitorização e Indicadores de Desempenho das Escolas !…

Muitos são os indicadores que mostram incrementos positivos em termos estatísticos. Quando entramos numa escola requalificada a primeira impressão é bastante positiva e agradável, desde a arquitetura, o enquadramento paisagístico, os jovens que convivem tranquilamente, os professores preocupados e atarefados com as suas responsabilidades para que tudo corra pelo melhor, os serviços administrativos numa azáfama para manter um correto fluxo de informação, dando apoio aos professores, diretores de turma, direção e estudantes. E a própria Direção que tem a seu cargo centenas de tarefas e responsabilidades que mantêm com zelo e dedicação já para não falar de todos aqueles que mantêm a complexa rede informática em funcionamento e muitos outros que investem na manutenção de todo o parque escolar em condições. Ou seja, a “máquina” na sua dimensão administrativa e organizativa funciona e “está bem oleada” (Modelo Vitoriano do século XIX – Este modelo de organização da escola estava muito adequado ao tempo e objetivo em que foi concebido, no entanto tornou-se obsoleto).

Então porque existem tantas queixas e motivos de insatisfação?!..


Incorformismo Biocultural?


Toda e qualquer sociedade procura perpetuar-se biologicamente atrás do nascimento da descendência dos seus membros, e toda e qualquer sociedade se esforça por continuar o seu padrão de cultura indefinidamente, ensinando para isso aos jovens a conhecer e aceitar as suas formas de vida. A reprodução é uma preocupação tão social como individual, e o estabelecimento de tradições culturais duradouras não é um assunto inteiramente provado. Nenhuma sociedade encara voluntariamente quer a extinção biológica quer a cultural (Mischa Titiev, 1963). O processo educativo pelo qual os membros duma cultura se tornam consciente e comparticipantes da própria cultura dá-se o nome de enculturação (Bernardo Bernardi, 1974). Para quem tenha que lidar com aquilo a que se chama “o público” (alunos) a existência de um comportamento padronizado é de um grande auxílio. (…) A vida em sociedade seria praticamente impossível se não fosse a existência de formas de comportamento regularmente padronizadas e portanto previsíveis. Estas são normalmente aceites pelos indivíduos e não funcionam sempre sem um grau de variação; mas pensemos como seria difícil a vida se uma pessoa nunca soubesse que formas de comportamento devesse esperar dum conjugue, parente, filho, vizinho, aluno ou professor. (…) Dois dos problemas mais interessantes e mais difíceis das ciências sociais consistem em determinar como é que os padrões de cultura se modificam, e descobrir até onde o comportamento das pessoas é baseado na vontade individual ou motivado pelos padrões de conduta que prevalecem na sua sociedade.

A sociedade evoluiu, os padrões culturais são diferentes, mas o modelo institucional não se atualizou e é exatamente aqui que reside o problema. A escola exige que os seus atores recebam os mesmos pacotes de informação no “Mesmo Lugar” (ML), ao “Mesmo Tempo” (MT) e com o “Mesmo Ritmo” (MR) quando o seu público manifesta características intrinsecamente adversas a este modelo de organização – o “público” resiste e boicota o processo. A inconformidade biocultural manifesta-se nas reações de determinados indivíduos em relação aos padrões de cultura, fazendo surgir uma ameaça à estabilidade. Ou seja, parece que os valores da biologia e os valores simbólicos ou culturais estão em conflito porque os ritmos e conteúdos artificiais de programação cultural impostos pela escola, sobre o seu público, desrespeitam e divergem dos ritmos e vontade individual e por isso dá-se a rebelião.

Todas as crianças têm que, por força da lei, frequentar a escola até ao 12.º ano porém, nenhuma consideração, seja ela qual for, é feita quanto à possibilidade de algumas crianças/jovens poderem estar biologicamente bem adaptadas a este requisito, enquanto outras se podem mostrar biologicamente mais aptas para grandes passeios ao ar livre do que para a frequência da escola (atual modelo). Se isto for assim, não valerá a pena lamentar a preguiça de algumas crianças ou as suas diabruras nas salas de aula. 

A INCONFORMIDADE BIOCULTURAL faz surgir uma ameaça à estabilidade quando se considera as reações de determinados indivíduos em relação aos padrões de cultura no seio do qual cresceram.

  • Se todos os sistemas culturais valorizassem os mesmos valores simbólicos e se todos os recém nascidos nascessem exactamente com os mesmos mecanismos biológicos, seria relativamente fácil alinhar a biologia e a cultura de forma a diminuir ou eliminar os perigos da inconformidade biocultural.
  • Infelizmente não há duas formas de vida que dêem relevo exactamente às mesmas qualidades, e não há duas crianças que nasçam exatamente com a mesma herança genética. As CONFIGURAÇÕES BIOCULTURAIS variam largamente quanto aos traços que as sociedades mais estimam e recompensam, e as crianças diferem quanto à sua capacidade ou vontade de aceitarem restrições e de tolerarem frustrações. Ao longo dos anos sempre acontece que algumas crianças estão melhor dotadas para a vida num tipo de sistema do que noutro. Em todos os casos em que haja uma presumível discrepância entre temperamento nato e valores culturais, um indivíduo tem que fazer face a uma situação crítica.QUADRO INDIVIDUO COLETIVO
  1. Conformar-se com os padrões  da sua sociedade e correr o risco de desajustamento interno ou de personalidade;
  2. Se decidir seguir os ditames das suas tendências biológicas, que estejam em desacordo com o código de comportamento aprovado pelo grupo, corre o risco de entrar em conflito com os seus semelhantes.

De facto, este modelo escolar manifesta este dois problemas de desajuste interno e/ou externo (conflitos inter-pessoais). Podemos então afimar que existe uma má conceção do modelo.

ESCOLA-FLEXIVEL


Má Conceção do Modelo?!…


 INSTITUIÇÃO EDUCATIVA COMO OBSTÁCULO:

Education-cartoon

Visto que as crianças e jovens não podem modificar as suas motivações intrínsecas sem entrar em conflito interno, parecia melhor que as sociedades modificassem os seus requisitos culturais e os tornassem mais flexíveis de forma a eliminar algumas fontes de inconformismo biocultural.

educationA taxa de insucesso dos alunos não nos diz nada sobre as capacidades desses alunos, mas pode-nos dizer muito sobre a desadequação da Instituição na sua resposta à maioria da população escolar – A INSTITUIÇÃO mostra-se mais como um OBSTÁCULO e não tanto como FACILITADORA da DIVERSIDADE / VARIABILIDADE (Todd Rose). Não são os alunos e professores que se têm que adaptar ao modelo “Normótico” da Instituição Educação, mas esta deve dar lugar à diversidade de interesses – A razão da existência das Instituições é Servir aqueles que a frequentam, caso contrário não têm razão de existir – TORNAM-SE EM OBSTÁCULOS…

CONVERGÊNCIA VS DIVERGÊNCIA

DIVERSIDADE DE INTERESSES- EXPERIÊNCIA INDIVIDUAL:

As organizações apenas existem como vivências concretas e “apenas podem ser compreendidas a partir da experiência individual”. Como as nossas experiências são únicas, cada membro pertence a diferentes organizações dentro da mesma instituição, porque as experiências do mesmo são diferentes. Daqui decorre que, “duas pessoas que trabalham na mesma escola podem mesmo funcionar em duas instituições inconciliáveis”, Virgínio Sá (1997), “Racionalidades e Práticas na Gestão pedagógica”. Da mesma forma que, dois alunos que convivem na mesma turma vivem a experiência pedagógica de formas inconciliáveis. A Escola estandardizou os processos asfixiando o diálogo democrático. Os modelos democráticos defendem que as organizações existem não apenas para cumprir objectivos formais, mas também para servir as necessidades das pessoas. Quando a organização é bem sucedida na satisfação das necessidades dos seus membros ambos beneficiam.

As escolas transpiram DESCONFIANÇA pelos seus estudantes e professores…


Crise de Liderança!…


Nós temos muito bons gestores nas escolas, mas sem “visão” de liderança e espaço de manobra para a divergencia ao modelo. Shen_DigitalLeadershipRost e Smith (1992), afirmam que a liderança é uma influência de relacionamento, ao passo que a gestão é um relacionamento de autoridade. Os gestores são mais conservadores (burocratas), mais analíticos, reagem e adaptam-se aos factos. Os lideres são mais criativos, mais intuitivos do que racionais e tentam transformar o estado das coisas. | Como é que os gestores das escolas (diretores), asseguram que os seus “funcionários” (Professores) se envolvam totalmente na realização do seu trabalho com brio e profissionalismo? Através do formalismo burocrático de controlo da eficiência? | Qual é então a diferença de impacto entre um gestor e um líder?!… Total!…

“Precisamos compreender quais as nossas principais responsabilidades enquanto lideres na escola e perceber como é que a tecnologia nos permite fazer aquilo que já fazemos, mas de uma forma mais eficaz e eficiente!”

Eric Sheninger.

Os grandes líderes sabem disso. O verdadeiro papel de liderança — e penso que isto é verdade a todos os níveis — não é e não deve ser o comando e controlo. O verdadeiro papel da liderança é o controlo do clima, criando um clima de possibilidades. E se o fizerem, as pessoas vão estar à altura e vão atingir coisas que não antecipavam e não podiam esperar…

Sir Ken. Robinson:

1-saúde-energia-vitalidade-vigor


Educar por Medida?!…


O modelo de “alfaiate” na educação é o Tutor (Tutoria). Será possível prestar um serviço educativo por medida com o mesmo número de recursos humanos das escolas?!… A tutoria, também chamada de mentoring, é um método muito utilizado para efetivar uma interação pedagógica. Os tutores ou facilitadores acompanham os seus alunos de forma sistemática, planeando o seu desenvolvimento e avaliando a eficiência de suas orientações de modo a resolver problemas que possam ocorrer durante o processo.

MÁ CONCEÇÃO DO MODELO – O MITO DA MÉDIA:

ESTUDANTE-MÉDIO Nós concebemos ambientes de aprendizagem para o aprendiz médio e designamos convenientemente o nosso sistema de “apropriado para a idade”, mas não o é. O perfil dos aprendizes varia em muitas dimensões da aprendizagem (multi-inteligências). Cada aprendiz possui um “perfil de aprendizagem recortado”, manifestando pontos fortes, aspectos médios e outros que precisam ser trabalhados. Nós criamos ambientes de aprendizagem onde não podemos esperar que os aprendizes tenham o desempenho que esperamos deles, porque ninguém é mediano.

“Se desenhamos um ambiente de aprendizagem para a média, fazemo-lo para ninguém!”

Todd Rose

COCKPIT – Cabine de Pilotagem do piloto COCKPIT – Cabine de Pilotagem do aluno

F16_COCKPIT

secretária do estudante

preconceito da média


Racio-Professor-Aluno?


peticaoPETIÇÃO PÚBLICA: 43.681 assinaturas até ao dia 16-05-2015: “igualdade de oportunidades no acesso e no sucesso para todos os alunos e alunas não é uma realidade. (…) Não se pode falar de diferenciação e de individualização do ensino – aprendizagem com 28 alunos por turma. Não se pode falar do direito ao sucesso para todos com professores com 7 e 8 turmas. Não se pode falar com verdade sobre planos de recuperação, ou quaisquer estratégias individualizadas, com turmas sobrelotadas e professores/as com 160 ou 170 alunos”.

PORQUE É QUE OS PROFESSORES ESTÃO SEMPRE A PROTESTAR?

o-economista-insurgente“Portugal é um dos países da Europa onde há mais professores por aluno…” afirma Miguel Botelho e colaboradores no seu livro “O Economista Insurgente – 101 perguntas incómodas sobre portugal”: (…) sublinha o facto dos “professores serem uma das classes profissionais mais bem organizadas sindicalmente e com maior capacidade de reivindicação. O facto da educação ser um sector fortemente estatizado faz com que os professores tenham ainda mais capacidade negocial”, a qual tem sido usada “da melhor forma na defesa dos seus interesses: Portugal é um dos países da Europa onde há mais professores por aluno e um dos países onde, em relação aos restantes trabalhadores, os professores têm maiores vencimentos” | “O Mito das Médias Estatisticas” |. “Os professores conseguiram também rejeitar todo e qualquer modelo de avaliação até hoje apresentado”. (…) Apesar desta situação de (aparente e relativo, sublinha João Jorge) privilégio, a classe dos professores é uma das que mais protesta e os sindicatos dos professores dos mais fortes, senão os mais fortes, do país. O impacto desta situação na qualidade do ensino, na situação de alunos e pais (que é para quem o sistema de educação se deveria desenhar) e nos contribuintes (quem, no final, paga por este sistema) …

O CUSTO HUMANO NÃO É CONTABILIZADO:

  • Então qual é o motivo do problema?!
  • Porque todos sentem que algo não está bem!?…
O que se passa com esta classe profissional para que em tão grande número busque ajuda junto dos profissionais de saúde mental? afirma o Prof. Dr. Mário Simões (Psiquiatra) que verificou que o(a) professor(a) do ensino secundário é das profissões mais representadas no seu ficheiro, se não a mais bem representada, situação que outros colegas confirmam!... (Luísa Fernandes, “Os medos dos Professores e só deles“…).

joaomfjorgeOu seja, se os professores se “queixam de barriga cheiae a vida lhes corre tão bem, porque sofrem tão profundo desgaste psico-emocional (Burnout) nunca equacionado neste tipo de críticas?!… O Modelo promove “muito ruído” (Atrito interno – entropia), porque não respeita a essência da natureza humana, anulando-a. “Mata a criatividade” dos alunos afirma Ken Robinson, inunda os professores com tarefas burocráticas e administrativas desnecessárias e supérfluas, desmoralizando-os, e por isso criam-se resistências que desgastam e corroem os professores e alunos.

racio prof. aluno ocde2012turmas1

Problema Sigma - PDF

Problema Sigma – PDF



Aqui Ninguém Chumba


Artigo EXPRESSO de Joana Pereira Bastos: Agrupamento de Escolas de Carcavelos, o maior do concelho de Cascais:

  • No país com a terceira maior taxa de chumbos da OCDE, a recomendação é polémica.
  • “A retenção não resolve o problema do insucesso“, acredita Calado.
  • Modelo defendido pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), semelhante ao que vigora em países como a Finlândia ou a Noruega. 
  • O chumbo é visto, tradicionalmente, como um ato de rigor e exigência?.
  • O chumbo é encarado como um castigo para o aluno que não trabalha. Mas na maioria dos casos não funciona.
  • Para evitar os chumbos, as dificuldades dos alunos são detetadas precocemente.
  • Em alternativa, os jovens com mais dificuldades são colocados em turmas mais pequenas, com mais professores, currículos adaptados e muitos apoios, até que consigam recuperar (?).
  • No final deste ano, os que recuperarem totalmente vão para uma turma normal. Os que ainda tiverem dificuldades ficam com um currículo alternativo, com programas menos extensos a algumas disciplinas e uma vertente mais prática. Não deixamos ninguém para trás”.
  •  “Se não comeram a sopa da primeira vez, não é por lhes servirmos uma segunda, exatamente igual, que vão passar a comer”.
  • No estudo “Retenção Escolar no Ensino Básico em Portugal”, publicado em junho no boletim económico do BdP, os investigadores Manuel Coutinho Pereira e Hugo Reis (…) “a retenção numa fase inicial da vida escolar parece ser prejudicial para o desempenho educativo a longo prazo”.
  • Também a Comissão Europeia critica a “cultura da retenção” que diz ainda persistir em alguns países, nomeadamente Portugal, Espanha e Bélgica.
  • Jorge Ramos do “Ó”, investigador da Universidade de Lisboa: é o próprio modelo de ensino que promove o insucesso.

Sir Ken Robinson cita o exemplo dos programas de educação alternativos. Estes são programas projetados para reintegrar os miúdos na educação. Têm certas características comuns:

  • São muito personalizados;
  • Dão forte apoio aos professores;
  • Têm laços apertados com a comunidade;
  • Assumem um currículo abrangente e diverso;
  • Utilizam frequentemente programas que envolvem os estudantes, tanto fora como dentro da escola.
  • E funcionam…

O que é interessante para mim é que esta é a chamada “educação alternativa“. Percebem? E as provas que vêm de todo o mundo mostram que se todos fizéssemos isto, não seria preciso uma alternativa.


Escolas Amigáveis?


Podemos verificar que o modelo personalizado proporciona maior sucesso académico.

FUTURE FRIENDLY SCHOOLS – ESCOLAS AMIGÁVEIS DO FUTURO:

  • Envolver e empoderar os estudantes na reflexão sobre a sua educação – o que é que os jovens pensam sobre a educação? Estarão eles a ser escutados? A sua opinião conta?!…

pace-logo-lrg

educação personalizada benefícios APRENDIZAGEM PERSONALIZADA:

  1. Progressão Baseada na Competência (PBC): Cada estudante progride no sentido de objetivos claramente-definidos estando em contínua avaliação. À medida que o estudante avança, adquire créditos assim que demonstre a maestria.
  2. Ambientes de Aprendizagem Flexível (AAF): As necessidades dos estudantes determinam a conceção/design do ambiente da aprendizagem. Todos os elementos operacionais – planos dos facilitadores, utilização do espaço e do tempo – respondem e adaptam-se no sentido de dar apoio ao estudante no sentido de ele alcançar o seu objetivo.
  3. Caminhos de Aprendizagem Pessoais (CAP): Todos os estudantes são olhados com expectativas elevadas no entanto cada um deles segue um caminho personalizado que responde e se adapta às características individuais próprias do seu processo de aprendizagem, motivações e objetivos.
  4. Perfis de Aprendizagem (PA):  Cada estudante possui um registo atualizado das suas forças, necessidades, motivações e objetivos.

Desenho Universal para a APZ

Apoio Bibliográfico:

  • Megan Mead et al (2014), “Lighting the path to Personalized Learning – Inspiring Stories from Next Gen Schools”: PDF;
  • American Institute for Research (AIR); “Are personalized Learning Environments the next Wave of K-12 Education Reform?”: PDF.
  • Peggy Grant and Dale Basye; “Personalized Learning – A Guide for Engaging Students with Technology”: PDF.
Anúncios

Deixe uma Resposta

Please log in using one of these methods to post your comment:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

w

Connecting to %s