5 motivos para adotar o Coaching e Team-Building!…

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ERGO FIT
Termo que deriva do grego “ergon”,

que significa “trabalho”.

  • F – Facilitar (Coaching)
  • I – Inspirar (Team-Building)
  • T – Transformar (Team-Work).

2 Ferramentas ⇔ 1 Objetivo Comum!…

coaching & team building

1Porquê o COACHING?

Coaching é um processo de facilitação da aprendizagem que empodera o aprendiz para que ele desbloqueie o seu potencial e crie a vida que pretende viver. Faz mais de 20 anos que Tim Gallwey, um educador de Harvard e perito no ténis, foi o primeiro a fazer a ponte e a reduzir o fosso entre o treino desportivo e o mundo dos negócios ao introduzir o conceito que enfatiza o facto do “sucesso e  as conquistas estão dependentes do nosso estado mental!…”. No seu livro, “O Jogo Interior do Ténis” e “O Jogo Interior do Golf” ele caracterizou a essência do coaching como o processo de “… desbloquear o potencial de uma pessoa para maximizar a sua própria performance. Pressupõe um processo de facilitação e não tanto de ensino”. (Gallwey, 1986). A simplicidade do modelo de coaching (treino) de Gallwey foi rapidamente aplicado ao contexto dos negócios e foi posteriomente desenvolvido por John Whitmore. No seu livro “Coaching For Performance” Whitmore afirma, “Para se conseguir o melhor das pessoas, temos que acreditar que o melhor está lá!…“; “… as nossas crenças acerca da capacidade dos outros tem um impacto direto na sua performance.” (Whitmore, 1992). (…) Importa referir “The Complete Guide to Coaching at Work” (Perry Zeus & Suzanne Skiffington, 2000), o qual afirma, “o treino-coaching das competências de vida antecedeu o coaching executivo e de negócios”, tendo sido introduzido inicialmente como modelo dos programas de trabalho com grupos anti-pobreza em Nova York nos anos 60 pelo Dr. Winthrop Adkins e o Dr. Sidney Rosenburg. Eles adotaram os programas de coaching para trabalhar com adultos “desfavorecidos” porque constataram, na sua investigação, que os métodos educativos tradicionais (também usados nas escolas), eram tão ineficazes como inapropriados, uma vez que não contemplavam as barreiras cognitivas e emocionais necessárias para se lidar com a vida e com a mudança. (…) Este conceito evoluiu posteriormente para um variado leque de aplicações nomeadamente:

  • Coaching de Vida (Pessoal);
  • Coaching Executivo e de Negócios;
  • Coaching de Equipas;
  • Coaching de Performance;
  • Coaching de Carreira;
  • Fitness (or Wellness) Coaching;
  • Transition Coaching;
  • Coaching de Qualidade de Vida (ex: equilíbrio trabalho/vida);

Obviamente que, sendo a minha formação de base no domínio da Educação Física e Desporto, complementada com formação e investigação no domínio do Fitness & Wellness (Com larga experiência), consubstanciado pelo Mestrado em Exercício Físico e Saúde e formação em Inteligência Emocional, o caminho percorrido até ao Coaching Pessoal, Fitness (Wellness) e de Qualidade de Vida, foi curto, inevitável, necessário e lógico. Os Jogos Cooperativos criam o contexto para o trabalho pessoal e coletivo.

 

2Porquê o TEAM-BUILDING?

Reunir um grupo de pessoas para trabalharem juntas numa tarefa não quer necessariamente dizer que formem uma equipa de trabalho, um grupo coeso ou uma turma unida. Para que um grupo de pessoas funcione de forma articulada e sinérgica é necessário promover um conjunto de condições favoráveis à harmonia, compreensão, diálogo e articulação de ideias e ações. caso contrário teremos apenas um amontoado de pessoas reunidas e nada mais. Por outro lado, quando falamos em formação de equipas temos que nos preocupar também com a liderança desse grupo na medida em que este é um facilitador e catalisador do sucesso da equipa. Nos modelos cooperativos entende-se que não existe um líder nato, pois todos, de alguma forma ou em qualquer momento, podem ser solicitados a liderar. Na verdade o que existe é uma preparação prévia onde os indivíduos se sentem mais capacitados para assumir a posição de líder. Sabendo disso, podemos intervir de forma a facilitar a todos a oportunidade e vivências necessárias para que todos no grupo possam treinar as suas habilidades de liderança naquilo que se designa por Liderança Circular (LC).

Atualmente fala-se muito sobre o trabalho de equipa e este tema tornou-se quase uma necessidade em muitas organizações para que os grupos de trabalho aprendam a construir e sustentar a equipa de forma coesa. Esta preocupação sempre acompanhou os treinadores no domínio do desporto mas passou ao lado da formação dos professores de Educação Física. Ou seja, na maior parte dos casos, parte-se do pressuposto que os jovens duma turma devem saber trabalhar em conjunto e articular esforços, os atletas de uma equipa saibam comunicar e interpretar os indicadores táticos e efetuar uma correta leitura do jogo e os elementos das organizações deveriam possuir competências interiorizadas de trabalho em equipa. Porém, verificamos que os maiores problemas, em todas estas áreas e domínios, passam fundamentalmente pela dificuldade de comunicação e articulação saudável de esforços, prevalecendo os conflitos inter-pessoais. Ou seja, trabalhar em grupo não é algo inato, tem que ser trabalhado e aprendido embora existam características de personalidade mais ou menos favoráveis ao trabalho de grupo.

cooperar

As pessoas frequentemente dizem que a melhor maneira de se enfrentar um problema é em equipa, que juntos somos mais fortes e chegamos mais longe, mas quando se torna necessário colocar em prática este discurso parece que muito pouco acontece e em situações delicadas de crise e/ou adversidades (problemas), o mais provável é as pessoas descartarem-se de responsabilidades e desculparem-se de forma airosa (Salve-se quem puder!…). Sentimos vir ao de cima as emoções negativas do medo tais como frustração, desconfiança, ressentimento e usamos atitudes defensivas como o desinteresse (virar as costas), a apatia (resignamo-nos) ou o cinismo (tornamo-nos causticos e mordazes).

todos juntos equipa

33O que será que falta?

Temos que investir na inteligência coletiva da equipa, pois não será uma pessoa de forma isolada que terá a melhor ideia para se chegar ao objetivo desejado, mas sim o grupo como um todo. Quando a nossa intenção é a construção de equipas em vez de grupos, temos que levar em consideração alguns aspectos que são interdependentes dentro do processo de criação:

4

Vantagens e Benefícios do Coaching e Team-Building

1-iconFACILITA A AUTO-CONSCIÊNCIA:

 

  • Ajuda a clarificar aquilo que nós queremos da vida – o nosso objetivo e a nossa visão;
  • Ajuda a estabelecer objetivos mais efetivos;
  • Ajuda, em determinados momentos da nossa vida, contar-mos com alguém do nosso lado que nos apoie e encoraje durante as fases de mudança;
  • Ajuda contar com alguém que nos ajude a focar a nossa atenção, que nos desafie e nos confronte quando nos “relaxamos” relativamente aos nossos compromissos;
  • Ajuda poder contar com alguém que nos ajude a definir as nossa ideias, planos e estratégias;
  • Porém, o objetivo último do coaching é a autonomia, independência, empoderamento e auto-confiança do coachie, para que assuma este processo por si só, com total auto-suficiência;
  • Se nos conhecermos melhor, mais facilmente compreendemos os outros e estamos em condições para cooperar e construir relações e trabalhar em equipa.

2-iconFOCA A ATENÇÃO NO COM-TRIBUTO:

 

É importante “iluminar” o nosso objetivo e incentivar, cultivando o melhor de cada um dos elementos da equipa. Cada participante “pode” dar aquilo que está ao seu alcance de forma a contribuir para o resultado final. A quantidade e qualidade da colaboração, entrega e partilha de cada um não será uma condicionante ou entrave para esse elemento participar na equipa. Ou seja, não haverá exclusão e como tal o acolhimento e empatia são sempre valorizados.

3-iconESTABELECE OBJETIVOS EM COM-JUNTO:

 

A intercomunicação é fundamental para que os objetivos possam ser estabelecidos e procurados em equipa numa verdadeira comunhão de ideias e esforço coletivo.

4-iconDESENVOLVE UM PAPEL PARTICIPATIVO:

 

A colaboração de cada um dos participantes é fundamental para que todos possam sentir-se integrados na equipa. Desta forma, o sentimento de pertença e de participação, permite a exteriorização do melhor de cada elemento. É importante que a liderança circule por todos os elementos que integram a equipa.

5-iconPROMOVE A RESPONSABILIDADE DA EQUIPA:

 

Serve para criar uma identidade e fazer com que a equipa tenha consciência dos seus atos e perceba que tudo o que é feito de alguma forma atinge ou tem impacto sobre os restantes elementos da equipa. Então a palavra chave passa a ser RESPONSABILIDADE e, assim sendo, criam-se as condições para desenvolver os laços afetivos, a empatia e a compreensão mútua entre todos os participantes – criam-se as condições para desenvolver o espírito de equipa. Nesta fase é importante tomar consciência e abordar as “5 disfunções do trabalho em equipa“.5 disfunções trabalho equipa

5

Diferença entre Grupo e Equipa:

TRABALHO NUM GRUPO: Não tem necessidade de vínculos.

  1. Não existem compromissos assumidos;
  2. A qualquer momento pode abandonar o grupo (partir ou simplesmente desistir), manifestando ausência de compromissos;
  3. A comunicação nem sempre é clara, podendo ser ambígua;
  4. Prevalecem os confrontos de opiniões (Status e Ego);
  5. Não existe total confiança podendo mesmo haver desconfiança;
  6. As falhas são apontadas e os que falham são criticados;
  7. Prevalecem as críticas aos que não colaboram ou mostram deficiências na sua prestação;
  8. Os conflitos podem ser latentes (Passividade-agressiva ou conflito contido), ou declarado. Não existe uma estratégia de resolução de conflitos quando se manifestam e as situações permanecem irresolutas, apenas adiadas.

ostracisar 1

TRABALHO EM EQUIPA: Cada elemento compreende os objetivos da equipa:

  1. Estar comprometido com os mesmos;
  2. Querer alcançá-los de forma compartilhada;
  3. A comunicação é clara e objetiva;
  4. Respeito pelas opiniões divergentes;
  5. Há confiança entre os elementos da equipa;
  6. Os riscos são partilhados (divididos);
  7. As habilidades complementam-se;
  8. O grau de cooperação é elevado, a equipa presta atenção à sua forma de operar e procura resolver os problemas que afetam o seu funcionamento (5 disfunções do trabalho de equipa).

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Clima Organizacional

1-saúde-energia-vitalidade-vigor

De acordo com Blair, a formação  de uma equipa de trabalho entende 4 etapas interdependentes:

  1. Formação;
  2. TEMPESTADE;
  3. Estruturação e regulamentação;
  4. Consolidação e desenvolvimento.

Verificamos que, na maioria dos casos, sejam nos grupos/turma escolares, entre professores, entre membros de uma organização ou empresa, a relação entre os seus elementos caracteriza-se pelaTempestade“. Não existe um trabalho de fundo que ajude a ultrapassar os conflitos inter-pessoais, formam-se subgrupos dentro do grupo maior, alguns participantes perdem o interesse, prevalece um trabalho desarticulado, vive-se uma harmonia artificial, ausência de compromissos, falta de confiança mútua e evitam-se as responsabilidades. A maioria dos grupos apresenta esta disfunção e vive entre aAgressividade e a Resignação“. Ou seja, o CLIMA deteriora-se e a ENERGIA ORGANIZACIONAL manifesta-se com uma intensidade baixa e com qualidade negativa.

7

Tipo de Energia numa organização:

energia organizacional

 

8

Conclusão

Energia-organizacional-11

O Coaching e o Team-Building permitem passar a página e reescrever uma realidade na qual a dinâmica do trabalho em equipa e das relações inter-pessoais é mais favorável à harmonia, paz, colaboração, realização pessoal e coletiva, e também ao sucesso!… A transição para aZona Produtivaserá inevitável e a transformação ocorre naturalmente.

 

outside the box think

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